| ||||||||||||
| 1/30/2007 9:29:10 AM Inter-Santos: Fábio Carvalho é melhor brasileiro
Nos 2 últimos anos, Fabinho foi o melhor brasileiro colocado O Triathlon Internacional de Santos é uma prova importante em sua carreira. Em 2005, ele foi o melhor brasileiro na classificação geral e, no ano passado, garantiu o vice, pedalando em condições de igualdade com o argentino OSCAR GALINDEZ, heptacampeão da disputa e apontado como um dos melhores pedais do Mundo. Na 16ª edição do evento, neste Domingo 4 de fevereiro, FÁBIO CARVALHO tem tudo para ser o segundo brasileiro a vencer entre os homens, fato que não ocorre há 11 anos. Natural de Mogi-Mirim e morando em Santos há cinco temporadas, Fabinho espera contar com um trunfo importante para ajudar a superar os fortes rivais e também o calor. “Quero contar com a torcida. Estou em casa em Santos. Essa prova deu uma guinada na minha vida e a vitória será um grande prêmio”, disse. “Em minha opinião o Internacional de Santos é a melhor prova do Brasil e tem minhas características. Venho treinando muito e estou em uma melhor forma, se comparada ao ano passado. Acredito poder fazer uma excelente atuação”, acrescentou o triatleta de 27 anos, 15 dedicados à modalidade. Sobre os rivais e uma possível estratégia para superá-los, Fabinho é simples e direto. “Acredito que posso vencer. Sei que treinei muito e que estou em grande forma física. Eu não tenho muita estratégia. Tento nadar, pedalar e correr o mais forte possível. E se isso for mais rápido que os demais, acabo vencendo”, afirmou o competidor, que se destacou, sobretudo, no ciclismo. “Sempre pedalei bem. Hoje em dia sou mais regrado nos meus treinamentos e isso ajudou muito a manter a constância nas competições”, explicou o competidor patrocinador por Herbalife, Unimonte, Mizuno e Mérida. Em 2006, além do vice no Internacional de Santos, Fabinho foi o melhor brasileiro no Ironman Brasil, sendo o 6º colocado, com 8h38min, o tempo mais rápido de um atleta do Brasil em um Ironman. Também garantiu os vices no Nautica Malibu Triathlon, nos Estados Unidos, e no Troféu Brasil, por uma diferença de apenas 1,5 ponto, sendo que na etapa decisiva, em Santos, deu um show de performance, levantando a torcida em sua vitória. Na carreira, destaques para o 10º lugar no Mundial de Cancun, como amador, em 1995, e o vice-campeonato da categoria 20 a 24 anos no Ironman do Havaí em 2000. Evolução pessoal Preparado para chegar à vitória, o triatleta “santista” coloca o calor como a maior dificuldade. “Treinar em Santos ajuda bastante na adaptação, mas a temperatura em fevereiro na Cidade é brutal. Já a melhor parte ainda está por vir, cruzar a linha de chegada em primeiro lugar”, revelou o atleta, que teve clara evolução nos dois últimos anos. Segundo ele, um triatleta profissional chega a um nível e, a partir daí, é muito difícil crescer técnica e fisicamente. “Eu sinto que amadureci muito. Vi que pequenos detalhes somados fazem uma grande diferença ao longo do tempo”, frisou o triatleta, destacando pontos que se preocupa para elevar o seu desempenho. “É preciso ter um estilo mais econômico na natação, uma posição mais aerodinâmica na bike, uma biomecânica melhor na corrida, uma recuperação para os treinos e competições, a alimentação correta e absorver melhor as energias dos alimentos”, contou. Fique por dentro: Com a colaboração de Fábio Maradei | ||||||||||||
![]() | ![]() | |||||||||||
![]() |
![]() |
|||||
![]() |
![]() |
|||||